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| Foto: Suhtukaa, Tesouro sem chave, CarlosSaramago
Suspensa
Paira
sobre mim
A
memória do que fui;
Os
sonhos
Que
me consomem o futuro
Ao
alcance de uma mão
Que
não consigo esticar.
Parada,
nesta pose tanto
Estudada
Não
consigo mais ficar
Estico
uma mão acima
Outra
ao lado
Passado
ou futuro
Algum
me há-de
Puxar.
|
As palavras surgem como um flash na minha mente. Impressas como se um instantâneo, nascem a preto e branco… Mas quando as releio, ganham cor…!
Quem lê / Who's reading
"a escrita é a minha primeira morada de silêncio" |Al Berto
sábado, 17 de janeiro de 2015
Suspensa
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O passado são memórias e apenas se vive o presente, pois o futuro será sempre uma incógnita.
ResponderEliminarExcelente poema.
Beijinhos.
Não existem amanhãs sem boas memórias
ResponderEliminarEssa posição estudada, de contemplação, evocaram na minha mente uma grande versejadora, de seu nome Florbela Espanca. Também ela em permanente auto-questionamento e indecisão.
ResponderEliminarAgradeço este momento, cara Isa.
Beijinhos, um lindo fim-de-semana
Ruthia d'O Berço do Mundo
nunca seremos o que fomos
ResponderEliminarporém, seremos tudo o que fomos...
os teus versos fazem-me "pensar..."
beijinho
boa dinâmica nessas palavras blogueira!
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